Paula Nadal (paula.nadal@fvc.org.br)
Ensinar uma
língua escrita para quem desconhece a oralidade é um desafio para todos
os professores com alunos surdos em suas turmas. As principais
dificuldades não decorrem da surdez em si, mas da falta de conhecimento
da Língua Portuguesa falada. Hoje, boa parte desses estudantes
comunica-se com a Língua Brasileira de Sinais (Libras), uma língua
visual-espacial, que possui estrutura própria.
Para ajudá-lo a
incluir os estudantes com deficiência auditiva, organizamos uma síntese
das principais expectativas de aprendizagem para esses alunos na
Educação Infantil e no Ensino Fundamental, quando matriculados em turmas
regulares, com base nas principais orientações curriculares para o
ensino de Língua Portuguesa para pessoas surdas, da Secretaria Municipal
de Educação de São Paulo.
É importante lembrar que, mesmo que não alcancem os mesmos resultados obtidos pelos alunos ouvintes, os estudantes com deficiência auditiva precisam participar de todas as aulas. Se o aluno surdo ainda não for capaz de escrever um texto, faça com que ele contribua para as atividades escrevendo listas ou frases sobre o tema abordado. Produções coletivas ou em pequenos grupos também ajudam o aluno a se expressar melhor pela escrita. O importante é que ele sempre conte com o apoio visual da escrita. O professor deve registrar todas as atividades e utilizar recursos diferenciados - como letras móveis ou cores diferentes para designar elementos distintos de uma frase, por exemplo. Fazer com que o aluno surdo sente-se nas carteiras da frente é outra medida essencial, assim como atuar em conjunto com o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
É importante lembrar que, mesmo que não alcancem os mesmos resultados obtidos pelos alunos ouvintes, os estudantes com deficiência auditiva precisam participar de todas as aulas. Se o aluno surdo ainda não for capaz de escrever um texto, faça com que ele contribua para as atividades escrevendo listas ou frases sobre o tema abordado. Produções coletivas ou em pequenos grupos também ajudam o aluno a se expressar melhor pela escrita. O importante é que ele sempre conte com o apoio visual da escrita. O professor deve registrar todas as atividades e utilizar recursos diferenciados - como letras móveis ou cores diferentes para designar elementos distintos de uma frase, por exemplo. Fazer com que o aluno surdo sente-se nas carteiras da frente é outra medida essencial, assim como atuar em conjunto com o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Nenhum comentário:
Postar um comentário